Manifestação de Aras é que Jair Bolsonaro seja ouvido pela PF no inquérito da suposta interferência

Além de pedir a prorrogação de 30 dias para a execução de diligências, a PF solicitou a oitiva do presidente Jair Bolsonaro. Aras concordou com o pedido e agora Celso de Mello, relator do caso no STF, vai decidir se o presidente será ouvido

Apesar das (in)diretas incursões do presidente Jair Bolsonaro, Augusto Aras, procurador-geral da República (PGR), acompanhou o pedido da Polícia Federal e decidiu que o presidente Bolsonaro seja ouvido no âmbito do inquérito que apura suposta ingerência do presidente Bolsonaro na PF, conforme denunciou Moro, ex-ministro do governo. O inquérito foi aberto pelo STF (Supremo Tribuna Federal).

A manifestação de Augusto Aras foi sucinta, bastando-se comunicar que se alinhou pelo “deferimento formulado pela autoridade policial, de modo a serem cumpridas as diversas diligências de polícia judiciária já determinadas pelas autoridades policiais que atuam na presente investigação criminal”. Celso de Mello, que é o relator do inquérito.

A Polícia Federal, no dia 25 de maio, pediu, ao STF, a prorrogação da investigação pelo prazo de trintas dias para que diligências sejam realizadas, dentre elas a oitiva do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda não se sabe a forma com que o depoimento de Bolsonaro seria feito. Mas o comum, conforme foi com o ex-presidente Michel Temer, é que seja por escrito.

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